Fashion Bubbles

Julho 26, 2006

Anos 60 – Exposicao no Victoria & Albert Museum

Arquivado em: Historia da Moda — fashionbubbles @ 8:00 am

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O Victoria & Albert Museum, de Londres, acaba de abrir a exposição Miss Sixties, sobre a moda nos anos sessenta. Mary Quant, Biba, mini-saia, está tudo lá.

Bom mesmo é ver a exposição, mas de qualquer forma vale a pena checar o site (Miss Sixties)

Mais fotos no Telegraph, aqui e aqui.

Minha imagem preferida da época é o vestido Mondrian, de Yves Saint Laurent, 1965. Esse cara não foi brilhante?

SWINGING LONDON

Leia também sobre a moda no Brasil nos anos sessenta.

Julho 25, 2006

Gente!!!!!!!!!!!

Arquivado em: Blogs & Links, Historia da Moda — fashionbubbles @ 4:39 pm

Acabei de entrar neste link que o Eddie recomendou sobre anos 60 e realmente está tudo de bom. Vale a pena conferir!!!!!!

http://www.vam.ac.uk/collections/fashion/1960s/sixtiesfashion/index.html

Olha só o que encontrei:

  • 'Athene', furnishing fabric, Audrey Dixon, 1960. Museum no. CIRC.2-1961 'Warriors', furnishing fabric,Elizabeth Fink, 1960. Museum no. CIRC.1-1961 'Petrus', furnishing fabric, Peter Hall, 1967. Museum no. CIRC.28-1968  'Pheasant Moon', furnishing fabric, Hans Tisdall, 1960. Museum no. CIRC.6-1961
  • 'Crystalline Image', furnishing fabric, Alan Reynolds, 1962. Museum no. CIRC.325-1963  'Oeta', furnishing fabric, Victor Vasarely, 1962. Museum no. CIRC.694-1966 'Kernoo' furnishing fabric, Victor Vasarely, 1962. Museum no. CIRC.327-1963 'Recurrence', furnishing fabric, Barbara Brown, 1962. Museum no. CIRC.657-1962
  • 'Megalith', furnishing fabric, Alan Reynolds, 1964. Museum no. CIRC.20-1965 'Intermission', furnishing fabric, Barbara Brown, 1960. Museum no. CIRC.250-1960 'Pebbles', furnishing fabric, Doreen Dyall, 1960. Museum no. CIRC.258-1960 'Cockaigne', furnishing fabric, Lucienne Day, 1961. Museum no. T.327-1999
  • Dress, Worth, 1960. Museum no. T.216-1973Dress, Worth, 1960. Museum no. T.216-1973

    Moda e Identidade Brasileira (Parte 1)

    Arquivado em: Historia da Moda — fashionbubbles @ 11:00 am

    Qual distância existe entre a moda e a identidade brasileira? Distâncias? Não, ao invés de distâncias existem pontes, reflexos, e a moda é como o espelho de Narciso onde a identidade aparece refletida. 

    De forma simplista, entende-se por identidade o conjunto de caracteres (nome, idade, sexo, religião, língua, cultura, história, etc) que distinguem uma pessoa ou país de outro. Entre os conceitos de moda, está o costume ou estilo, em geral efêmero, aceito e imitado por um grupo ou meio social em certa época ou lugar. Esse costume ou estilo refere-se, nesta pesquisa, à forma de vestir e está em constante mutação.  

    O estilo é a maneira particular de se expressar uma arte, uma identidade, uma moda. Esta pesquisa visa identificar um estilo brasileiro na moda. Um estudo para demonstrar e questionar sobre o processo de formação do estilo brasileiro na moda.

    A moda brasileira costuma ser considerada apenas uma cópia das coleções do grande eixo fashion ─ Paris, Milão, Londres, Nova Iorque, Tóquio ─ sendo constantemente desvalorizada em detrimento desse eixo, como se o brasileiro não tivesse uma identidade própria ou cultura de valor. Sob tal perspectiva, há uma necessidade de busca e identificação de indícios estilísticos brasileiros, percebendo elementos de adequação que funcionam muitas vezes como “herança cultural e DNA” (Palomino, 2002) e que desencadeia aos poucos, “os recursos para deixar apenas de copiar as revistas estrangeiras ou simplesmente traduzi-las” (Castilho, 2001).

    “Acompanhamos e assistimos a moda pelos jornais. Neles assistimos à moda brasileira que, no limiar do século XXI, chamou a atenção da mídia internacional. Mas que moda seria? De onde veio e para onde vai?(…) ao contrário do que (não) se tem apregoado até então(…) ela existe e goza de boa saúde. Seu fazer, pensar e sentir revestem o corpo e alma brasileiros.” (Castilho, 2001).

    (continua)

    (Trecho do relatório final da pesquisa Moda e Identidade Brasileira, feito por Denise Pitta de Almeida, 2003, Faculdade de Moda da UNIP. Citar a fonte é reconhecer o trabalho intelectual do autor!)

    Julho 21, 2006

    Como assistir a um desfile como um profissional?

    Arquivado em: Estilo, Historia da Moda — fashionbubbles @ 9:36 am

    “Quando um crítico de moda ou editor vai assistir a um desfile, ele não deve (…) seguir seu gosto pessoal. Afinal, ele não está indo às compras, mas analisando o trabalho de dezenas ou centenas de pessoas, em muitos meses de trabalho. Para tanto, nós, especialistas, contamos com algumas armas. A primeira delas é a proporção. Observe os comprimentos das saias e calças, olhe como eles se relacionam com os ombros, olhe onde estão os ombros (se “no lugar”, se deslocados). Veja se a roupa é justa ou solta, se a silhueta é fragmentada ou longilínea; se é estreita ou larga. Esses opostos servem para o exercício básico da moda: a comparação. Com esses tópicos anotados, basta lembrar de como eles estavam na estação anterior. Daí temos a palavra-chave da engrenagem fashion, a mudança. E assim você compara com as proporções estabelecidas pelos outros estilistas: quando muitos ombros fora de lugar aparecem, instala-se a “tendência dos ombros fora de lugar”. E assim por diante.”

    Trecho de um texto da Erika Palomino, uma das melhores (senão a melhor!) jornalista de moda no Brasil, tirado no blog das meninas da Oficina de Estilo.

    Não deixe de conferir o texto completo lá!

    Julho 14, 2006

    Zuzu Angel

    Arquivado em: Historia da Moda, Reflexões — fashionbubbles @ 9:38 am

    “Roupa não tem importância. Moda tem. É um documento histórico. É criação e liberdade.”

    Zuzu Angel,

    Brasileira.
    Estilista de Moda.
    (1921 – 1976)

    Julho 11, 2006

    BALENCIAGA – ETERNAMENTE MODERNO

    Arquivado em: Historia da Moda — fashionbubbles @ 11:28 am

    Revista Veja

    Copiado por todos, reinventado em cada desfile da marca, o espanhol Balenciaga é homenageado em Paris

    Fotos divulgação
    Audácia de volumes e rigor arquitetônico em vestido longo de 1962: como se fosse hoje

    Se você não leu as legendas das fotos nestas páginas, faça um teste: tente adivinhar quando as roupas retratadas foram feitas. A pureza das linhas, a audácia dos volumes e o rigor arquitetônico poderiam estar em qualquer passarela de alta-costura dos dias atuais. E, na verdade, estão. A quantidade de estilistas que hoje estão se inspirando, reeditando ou simplesmente copiando os modelos de Cristóbal Balenciaga atesta: no mundo da moda, efêmero pela própria natureza, só os grandes atingem a atemporalidade. Até recentemente, seu nome era reconhecido apenas pelos especialistas ou pelos saudosistas. Embora tenha dividido com Christian Dior o palco dos anos dourados da alta-costura, do pós-guerra ao começo da década de 60, ele aparecia muito menos.

    Foi o concorrente famoso, porém, que o chamou de “o mestre de todos nós”. A partir desta quinta-feira, dia 6, essa maestria estará em exposição no Museu da Moda e do Tecido, parte do complexo do Louvre, em Paris. As 160 peças, entre vestidos e imagens, que lá estarão expostas até janeiro do ano que vem compõem o maior painel já reunido do apuradíssimo trabalho de criação, corte e costura de Balenciaga. Corte e costura no sentido literal: ele era exímio – e ambidestro – no manejo das tesouras e das agulhas.

    Nascido na pequena cidade basca de Guetaria, filho de pai marinheiro e mãe costureira, Balenciaga já tinha nome firmado na Espanha quando, aos 42 anos, se mudou de mala e manequins para Paris – e marcou para sempre a história da moda. Ex-patrão e mentor de André Courrèges e Emanuel Ungaro, amigo de Hubert de Givenchy, foi celebrado por todos os seus pares como o ápice da perfeição na confecção, na forma e na simplicidade, sua maior aspiração. Balenciaga morreu em 1972 e, como em tantos casos similares, a marca que deixou entrou em decadência acelerada.

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    Julho 5, 2006

    ROMÂNTICOS

    Arquivado em: Historia da Moda, Queila Ferraz — fashionbubbles @ 6:12 pm

     O movimento romântico foi mais do que uma nova maneira de vestir, mais do que uma aparência; foi a manifestação de uma visão de mundo que dominou a cultura européia durante o século XIX. É difícil fixar uma data exata do momento em que uma moda aparece, como também sua paternidade.

    Moda total, o Romantismo era um traje, uma estética uma fisionomia, uma sinfonia de cores, um sistema de mitos e idéias feitas, um panteão de heróis reais e imaginários, mas também um modo de vida que se imiscuía em todos os atos e legislava sobre todos os assuntos.

    Para Wilson (1989), o início da grande onda romântica, do século XIX pode ser situado através de suas manifestações mais espetaculares: a representação triunfal da peça de Alexandre Dumas, Henri III e sa Cour, levada ao palco na Comédie-Française, no dia 11 de fevereiro de 1829. Nasceu ali uma verdadeira febre historicista que se apoderou de todas as manifestações artísticas. Seria a representação de um pouco de toda a história da França dos séculos XIV, XV, e XVI confundidos que se exibiria nas ruas.

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    Junho 29, 2006

    Sobre Dândis e antimoda masculina

    Arquivado em: Historia da Moda, Queila Ferraz — fashionbubbles @ 11:52 am

    Gente, o Fashion Bubbles   mudou de endereço e está cheio de novidades, vale a pena conferir!!!!

    http://www.fashionbubbles.com/ 

    “Oscar Wilde: o esteta, o dândi, o escandaloso, o intelectual, o sedutor, o elegante, o exótico, o bizarro, o homossexual, muitas vezes atitudes excêntricas para afrontar a sociedade londrina do século XIX.” Dhora Costa

    Foi no século XIX, que o vestuário passou a significar dissidência. A figura crucial nesta transformação foi o dândi. O dandismo estabeleceu padrões mais rígidos de masculinidade ao introduzir um traje novo, moderno e urbano. Também, apontava para o vestuário como forma de revolta.

    O vestuário masculino do século XIX era uma adaptação do traje de campo e esportivo do séc. XVIII. Foi o dândi que o transformou em estilo dominante, impondo uma estética que se opunha ao exagero de rendas, brocados e pó-de-arroz dos aristocratas pré-Revolução Francesa. Para Beau Brummel, seu criador, o novo estilo significava nada de perfumes. O papel do dândi implicava numa preocupação com o eu e a apresentação pessoal; a imagem era tudo.

    Muitas vezes não tinha profissão, nome de família (SNOB: sem nobreza) e, aparentemente nenhum meio de sustento econômico, mas acabou por criar o arquétipo do novo homem urbano. A sua dedicação a um ideal de vestuário que santificava a sutileza, inaugurou uma época que punha o tecido, o corte e a queda do traje à frente do adorno, opunha o clássico retilíneo à cor e ostentação do rebuscado traje barroco e rococó.

    Tipo narcisista, não abandonou a busca da beleza, apenas modificou o tipo apreciado, criando um novo erotismo masculino, com calças muito apertadas e o rosto sem pintura. O novo estilo tornou-se possível pelo uso da lã e do algodão em vez das sedas finas e cetins da velha aristocracia. Os alfaiates ingleses foram os primeiros a aperfeiçoar as novas técnicas de costura para tais tecidos. Vem dai a tradição de alfaiataria como corte inglês para traje masculino.

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    Junho 26, 2006

    Paco Rabanne

    Arquivado em: Historia da Moda — fashionbubbles @ 4:34 pm

     Por: Edwin Paladino

    Na história da moda, Paco Rabanne ficou famoso por suas roupas futuristas, que fizeram o guarda-roupa das modernas da década de 1960. Ele foi um dos estilistas pioneiros a usar matérias como plástico e metais em suas peças e provocou uma revolução na criação da moda. A diva Coco Chanel chamava-o de o “metalúrgico”. Após 40 anos de seus looks futuristas, porém, Rabanne decidiu fechar  sua marca por motivos financeiros. As vendas das coleções da grife despencaram no mercado de moda que, desde 2005, era assinada pelo estilista Patrick Robinson. 

    Paco Rabanne nasceu em San Sebastian,na Espanha, e seu verdadeiro nome é Francisco Rabaneda-Cuervo. Guiado por um fio de prata, o “homem de ferro da costura”, lançou em 1964 os seus primeiros vestidos experimentais, feitos de materiais contemporâneos.

    Dos modelos em metal aos vestidos de papel,o inventor da armadura dos anos 1.960 é uma referência para muitos estilistas. É ele o responsável pelo figurino da heroína Barbarella, interpretada por Jane Fonda que entrou para historia da moda e do cinema dos anos 60 por seus looks futuristas.

    http://www.pacorabanne.com/

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    Junho 20, 2006

    Biquíni faz aniversário de 60 anos.Conheça a curiosa história deste ícone de moda

    Arquivado em: Historia da Moda — fashionbubbles @ 1:12 pm

    AsPatrícias

     Reprodução 

    O biquíni é a invenção mais importante do século 20, depois da bomba atômica.

    A frase é de Diana Vreeland, famosa editora de moda das revistas norte-americanas Harper’s Bazaar e Vogue, morta em 1989. E, apesar de soar equivocada, a comparação tem sentido.

    A primeira aparição do biquíni em 26 de junho de 1946 foi bombástica.

    Matéria completa

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